Aldeia do Bispo

Nesta secção apresentamos os trabalhos realizados por conterrâneos e amigos de Aldeia do Bispo e da Raia Sabugalense, quer se trate de : - livros, - pinturas, - esculturas, - textos

 

 CapaAldeia Velha Comenda de Malta – 800 anos depois

De Hermínio Fernandes e Manuel Luiz Fernandes Gonçalves
Edição dos autores - 2017 - © reservados todos os direitos.
No âmbito de investigações realizadas, verificou-se a existência de documentação avultada sobre Aldeia Velha, também do Concelho do Sabugal e que foi Comenda de Malta e vizinha de Aldeia do Bispo. Aldeia Velha foi Comenda de Malta com anexas em Pinhel .
Informações e encomendas :
Manuel Luiz Fernandes Gonçalves( Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)
Hermínio Fernandes (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)
 

 

 

ALDEIA DO BISPO E SEU TERMO das origens

De Hermínio Fernandes – 2011 - © reservados todos os direitos
Edição do autor – Tel. 00 351 214 865 763, mail : Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Concepção gráfica: Rios de Tinta, Lda
Capa, paginação e tratamento de imagem: Adelino Domingos
Impressão: Seleprinter,Lda
ISBN: 978 989 20 2530 8
Depósito legal: 329928/11

Hermínio Fernandes é natural de Aldeia do Bispo onde nasceu aos 20/04/1941

Estudou em Portugal, Espanha, Inglaterra e Japão, desenvolvendo actividade empresarial.

Ver apresentação do livro em Aldeia do Bispo

 

A CAPEIA ARRAIANA

De Adérito Tavares – 1985 - © reservados todos os direitos –
Capa e fotos de: Adérito Tavares
Fotocomposição: MEGráfica
Arranjo gráfico, impressão e acabamento: IAG-Artes Gráficas Lda
Cor: Projecção Lda
O Professor Adérito Tavares nasceu em Aldeia do Bispo (Sabugal), no prefácio da sua obra, escreve;

“…Na corda dos povos da raia sabugalense, a capeia continua a ser o espectáculo favorito. Todos, novos e velhos, os que vivem nas aldeias e os que emigraram, continuam a vibrar com um bom encerro, uma possante marrada na galha esquerda do forcão, um suave “pase de pecho” de “El Maňo” ou o salto ágil de qualquer rapaz para uma boa “calampeira”.

Amigos e Conterrâneos, sobretudo emigrantes, têm-me manifestado a vontade de possuírem um livro sobre a capeia, que pudessem guardar e mostrar, lá longe, quando querem explicar aos outros este divertimento que tanto os entusiasma.

Eis as razões que me levaram a investigar as origens da capeia arraiana, a recolher informações e descrições, a fazer fotografias…”

 

O MEU ARRAIAR POR TERRAS DO SABUGAL

De Georgina Ferro – 2013 - © reservados todos os direitos – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Edição : Colibri
Capa: Alcínio Vicente
Fotocomposição, montagem, gravuras e impressão: XXXX
ISBN: XXXX
Depósito legal: XXXX

Georgina Ferro nasceu em Manteigas, mas a sua vida cruzou terras sabugalenses, mais propriamente Aldeia do Bispo, onde cresceu e esteve até aos nove anos de idade.

A autora lançou o livro em Estremoz, onde reside e é professora, mas o seu passado por terras raianas não foi esquecido e está agora eternizado na sua obra.

Maria do Céu Pires, realça que o livro é:

“um testemunho precioso que nos dá conta de experiências pessoais, mas também da vida de uma comunidade, daquilo que foram as suas formas de lidar com os elementos naturais e com a realidade humana” e que na obra “perpassa a magia da natureza, das primeiras águas de Outono que mitigam a secura da terra, das amoras nos silvados ou da giestas na serra e da chuva que cai “a potes”.

Um documento etnográfico valioso, pois nele se apresenta o registo das variadíssimas actividades ligadas à terra, dos objectos, das tradições e, inclusive, da linguagem característica de uma aldeia do interior do país, situada na serra, junto à fronteira.”

(in jornal Cinco Quinas n°154 – ano XIV – Janeiro 2014 pagina 28)

 

Terras de Riba Côa – Memórias sobre o concelho do Sabugal

De Joaquim Manuel Correia
Obra elaborada em 1893 com varias versões, a quinta escrita em 1905.
Em 1988, a Câmara Municipal do Sabugal publicou um fac-similé da edição de 1946.
Edição da Federação do Municípios da Beira Serra
Publicação subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura.

Descreve de uma maneira muito resumida a freguesia de Aldeia do Bispo nas páginas 121 e 122. Pensamos também que não se deslocou à nossa aldeia para recolher as informações necessárias à sua obra. Foram-lhe certamente transmitidas por via oral.

Nota Preambular de: Alberto Marques

“Terras de Riba Côa é uma obra que foi preparada e realizada há mais de (um século), obra no entanto tão bem urdida e acabada que o escritor dos nossos dias no qual concorressem as muitas prendas de geógrafo, históricas, arqueólogo, etnógrafo e desenhista, a subscreveria com justificada vaidade e inegável mérito. A presente edição foi aumentada com algumas informações colhidas já nos últimos anos pelo autor, ilustrada com curiosíssimos esboços e surpreendentes desenhos e actualizada na ortografia e no contexto.

É portanto, digna de ser lida pelos gulosos das nossas monografias municipais ou dos concelhos e com mais proveito e prazer pelos compatrícios do ilustre autor, ou sejam aqueles para os quais o encanto da leitura sobe de ponto e é sublimado pela evocação dos nomes de pais, avôs e amigos, das pedras, sítios e lugares aonde brincamos, dos caminhos, ribeiros, igrejas e escolas que gostosamente são identificadas, das lendas, costumes e tradições saudosamente reconhecidas, numa palavra de tudo aquilo que se tem no coração, aonde entrou pela via amorosa maternal, a doce infância cuja imagem ou visão há de perdurar até ao suspiro último.

Terras de Riba Côa é testemunho indiscutível da clara inteligência do autor e do seu carinho extreme pela região; o percurso atento e demorado e a observação arguta do geógrafo, a trabalhosa e honesta investigação das fontes, quanto à historia, o exame cuidadoso e raciocinado do arqueólogo, a descrição sem prejuízos chauvinistas mas animada e a interpretação inteligente e prova de lendas, costumes e tradições do etnógrafo, o traço firme, realista e exacto do lápis ou da pena do desenhista, comprovam exuberantemente a asserção feita acima.

É que o autor era estudioso, perspicaz e amigo da sua Terra: valorizou-se e valorizou, tornando – as conhecidas e estimadas, as suas terras de Riba Côa.”

 

 

O PAÍS DAS PEDRAS

De Célio Rolinho Pires – 2000 - © reservados todos os direitos
Edição do autor
Capa: Prof. Alberto Campeão
Fotocomposição, montagem, gravuras e impressão: Éden Gráfico, SA - Viseu
ISBN: 972 96797 2 X
Depósito legal: 158863/00

Célio Rolinho Pires, é natural de Pega (Sabugal), também publicou:

- Os cabeços das Maias – 1995

- Rosas de Santa Maria   - 1997

A evidência das pedras.

Interrogo-me às vezes por que é que a gente olha e não vê! Será uma questão de ângulo de visão? Será que a gente só vê aquilo que já conhece!

Tudo na vida pressupõe uma iniciação e uma redescoberta. Não me parece que haja o deva haver regras…Cada um faz o seu próprio percurso, a sua aprendizagem, cada um tem o seu método…

As pedras aí estão, à mercê, à vista de todos, ao alcance dos mais cépticos, para serem vistas, tocadas, interpretadas, lidas. Não creio que os nossos Antepassados se divertissem esculpindo formas sem tom nem som, a esmo, só porque o tempo lhes sobejava; também não aceito que a natureza seja tão caprichosa ao ponto de repetir modelos iguais ou parecidos a dezenas ou centenas de quilómetros de distância uns dos outros…

Procurar ler toda essa simbologia derramada pelos montes, pelos caminhos, encruzilhadas, cruzinhas ou curzinas, nas divisórias das propriedades, com todos os riscos inerentes, será caminhar em frente na compreensão da vida e da história desses nossos Antepassados -os Lusitanos – que, por esta via, “pouparam aos arqueólogos a ingente tarefa de desenterrar a História”.